Wednesday, September 28, 2011

Semana 5: Dom Casmurro

“Você já reparou que Ezequiel tem nos olhos uma expressão esquisita –perguntou-me Capitu. -Só vi duas pessoas assim, um amigo de papai e o defunto Escobar.” (Machado de Assis, Dom Casmurro, cap. CXXXI)

Eu acabei de ler do livro Dom Casmurro e ao começar a ler eu não entendi porque é dito que Machado de Assis é o Shakespeare do Brasil ou o melhor autor Brasileiro. Quando eu acabei de ler este livro eu comecei a entender mais o porque. A literatura é muita desenvolvida com metáforas e ironia. O autor fez isso não porque queria dar um bom conto, mas porque tinha um propósito. Machado de Assis trouxe para a luz coisas culturas numa forma passiva que são críticas sobre a sociedade. O livro fez-me meditar sobre o propósito e até ficar na dúvida com os acontecimentos da histórica. Parecia que tinha mais do que um moral da história dependendo da maneira em que entendeu a leitura.

A citação em acima é uma dita a esposa de Dom Casmurro sobre o filho deles. Dom Casmurro pensou e talvez até criou um mundo virtual que Capitu tinha um comborço em Escobar. O pai do menino não era Bentinho mas Escobar. É irônico que Capitu falaria algo assim se ela fosse culpado da acusação. Então a questão é Capitu realmente fosse fiel ao Bentinho e ele fosse cego por causa do ciúme dele ou Capitu realmente fosse culpado e Bentinho foi um heroí em puder superar todos os acontecimentos ruíns. Nos dois opções faz uma crítica sobre a classe alta da sociedade Brasileira durante aquela época. Ainda mais, é uma advertência para a sociedade hoje em dia.

Contudo, Machado de Assis é brilhante, sábio, esperto. O conto é cativante com muita ironia e isso faz com que o leitor fica muito pensadora. Vale a pena ler um dos livros de Machado de Assis!

Thursday, September 22, 2011

Semana 4: Pai contra Mãe

"--Nem todas as crianças vingam, bateu-lhe o coração" (Machado do Assis, Pai Contra Mãe)

Machado de Assis é um mestre de ironia. O conto que ele escreveu é uma crítica sobre a escravidão. Um pai estava lutando para poder ficar com o filhinho dele. Uma mãe estava lutando para poder guardar a filhinha não nascida dela. Qual era a diferença entre eles, somente o cor e isso fez a diferença entre a vida e a morte. A escrava estava sacrificada para que o pai poderia sustentar a familia dele. Escravidão era exatamente isso, a maneira de progredir a raça de um em gastando uma outra raça. Não importa da imploração, a realidade é feia. Então, se não tiver problema com sacrificando os escravos, porque os donos tinham medo? Nisso tem ironia.

Thursday, September 15, 2011

Semana 3: Iracema

"Muitos guerreiros da sua raça acompanharam o chefe branco, para fundar com ele a mairi dos cristãos. Veio também um sacerdote de sua religião, de negras vestes, para plantar a cruz na terra selvagem," (Iracema, José de Alencar, cap. 33, pp. 117-118)

O livro Iracema é mais do que um romance semelhante a historia de Pocahontas e John Smith onde uma indígena se apaixona por um colonizador e sai da terra natal dela para fazer uma nova vida. José de Alencar conta uma historia que é baseado em eventos reais para trazer a luz o entendimento que a cultura e nações das indígenas foram perdidas com a colonização do novo mundo.

Quando os colonizadores conheceram as indígenas, os dois grupos tiveram um curiosidade pela cultura do outro. Apesar disso, os colonizadores não tiveram interesse em experimentando com a cultura, mudando dos próprios rituais e rotinas. Tiveram uma religião e uma forma de viver. Eu acho que a catolicismo durante aquela época dirigia as vidas das pessoas ou pelo menos deu razões em porque as pessoas fizeram as coisas que fizeram. Portanto, pode dizer que os colonizadores não mudaram a forma de viver e até não respeitaram a forma da viver das indígenas. Eles queriam que as indígenas aceitassem a pregação dA Palavra e se convertessem. Eu não sei porque algumas deixaram tudo atrás para seguir a nova cultura e religião, mas o resultado foi que teve uma perda da indígena e a expansão da cultura europeia. É interessante como as indígenas foram tolerantes e os europeus não foram tolerantes, então o que pode ser dito sobre a tolerância.

Monday, September 12, 2011

Semana 2: The Middle of the World

Na semana passada, eu fui ao cinema internacional e assisti o filme The Middle of the World em inglês. O filme foi em português mas eu não lembro agora o que era. O filme falou sobre uma família que saiu da Paraíba andando de bicicleta indo até Rio de Janeiro. O jornada foi mais do que 2.000 milhas! Mas, mais do que isso, o Romão levou a família toda com ele que incluiu a mulher e os cinco filhos dele! Como que pode! O Romão disse que precisava um emprego em que poderia conseguer 1000 reais por mês e ele não parou até que conseguiu. Eu não posso imaginar tudo que passaram na jornada. Eu acho que levou 6 meses por eles a chegaram até o Rio.

O filme para mim não descreve o Brasileiro porque é bem difícil de conseguir uma vida melhor do que tem e muitos não acham que é possível. Eu gostaria saber como o filme foi recebido quando saiu pela primeira vez. Será que pessoas tinham esta esperança que ao se-esforçar ou correr atrás os sonhos que eles iria alcançar os metas. Hoje em dia esta ideia parece ainda jovem mas eu acho que está começando a mudar para o melhor. Eu espero.

Semana 1: Utah Brazilian Festival

Algumas semanas atrás, eu fui para o festival Utah Brazilian Festival no Gateway Mall em Salt Lake City. O festival foi algo bem tranquilo como uma festa brasileira deve ser. Havia uma demonstração de capoeira e danças do carnival. Poderia experimentar com açaí feita por Monavie ou beber um fresco Guaraná Antaractica. Até o bando Show Brasil apareceu e deu um show. Todo mundo estava vestido de uma forma ou outra em cores da bandeira do Brasil. Eu não vi ninguém que não estava gostando a celebração.

A oportunidade de falar com brasileiros reais deu um sentimento bom para mim. Eu senti que eu estava voltado para o Brasil, da terra de tranquilidade e de gente boa. Eu ficou com muitas saudades e lembranças da missão. Valeu a pena de frequentar e sentir o animo que vem da cultura do Brasil.

Thursday, September 8, 2011

Semana 2: Canção do Exílio

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que eu desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu´inda aviste as palmeiras
Onde canta o Sabiá.
(Gonçalves Dias, Canção do Exilio, última estrofe)

Eu sinto que um dia eu vou me acordar e descobrir que a vida passou tão rapido que eu nem desfrutei as coisas boas na vida, os relacionamentos boms com as pessoas, os lugares especiais, as experiências em que eu posso sorrir e rir e ser feliz com a vida. Eu confesso que há tantas tarefas de cuidar e terminar e tem tantas lugares a chegar com o menos tempo possível que eu nem tenho tempo de desfrutar a viagem.
Portanto, este estrofe fala sobre voltando para o Brasil onde existem as coisas mais gostosas na vida. Realmente a Canção do Exílio é um grande exemplo de ufanismo ou seja um elegio exagerado do Brasil. Os primores são as coisas mais desejaves na vida. Gonçalvo Dias dou um grande descrição da vida boa, onde canta o Sabiá.
Então, eu acho que todo mundo gostaria de voltar para o Brasil e eu o mais que todos. Muitos vão e muitos não vão puder voltar, mas enquanto estão fora vivendo as vidas, será que o Brasil poderia chegar a nós. O Brasil em que eu estou falando é a beleza das coisas pequenas. Existem coisas bonitas ao nosso redor e somente basta que nós reparamos para que possamos escrever nossas próprias Canções do Exílios elogiando a natureza a coisas boas na vida.

Thursday, September 1, 2011

Semana 1: Entre Dois Mundos

"Apesar de seus esforços, AC percebia que estava condenado à prisão de sua própria personalidade, de sua própria língua, de sua própria circunstância," (Entre Dois Mundos, Francisco Maciel, p.24).

Esta é uma passagem que explique a realidade do Brasileiro. Aloísio Cesário ou AC é inteligente, mas não seja como os ricos. Ao mesmo tempo, AC não é rico, mas não seja como os pobres. Ele não era dos dois mundos pode disser. Apesar disso, AC não podia fugir e começar um novo mundo por pessoas como ele, um mundo da classe média onde pessoas têm conhecimento e aprendizado enquanto não tenham tanto dinheiro e uma muito alta classe de vivência. Esta metáfora explique a realidade do Brasil hoje. Há duas classes da sociedade, rico e pobre, mas não existe uma classe média, pelo menos é muito difícil. Entrando nas faculdades, somente os ricos e as pessoas muitas inteligentes podem entrar, mas as muitas inteligentes muitas vezes são os ricos porque eles pagam por escolas particulares onde pode ganhar uma boa educação. Os pobres não tem a educação e com o resultado vivam numa forma em que nunca vão poder sair a situação em que estão. Os ricos ficam rico e os pobres ficam pobre. As pessoas que tentam de sair estas duas classes não conseguem como os sapos numa balde. Quando um consegue chegar perto do topo os outros empurram nele até ele cai dentro da balde de novo.