Friday, October 28, 2011

Semana 9: A Morte e Vida Severina

E não há melhor reposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida; (João Cabral de Melo Neto, Morte e vida severina)

Severino é um retirante que está viajando do interior para o litoral pelo faulto de trabalho e a terra passando por uma seca. Em todas as lugares em que ele passa tudo está morrendo, plantas, árvores, animais e pessoas. Até ele mesmo pensa em suicidio pelo fato que a vida é tão severa. Apesar desse fato, o nascimento de uma criancinha deu esperança para ele a viver.

Esperança é um atributo que muitos brasileiros, em especialmente os do norte, possuem. A vida é tão duro onde eles moram que eles viajam para os centros do país, inclusive o São Paulo e o Rio de Janeiro. Eu encontrei com muitas dessas pessoas em quanto eu estava em São Paulo. Muitas moram nas favelas que eu penso são piores do que onde eles vieram. Muitos não conseguem arrumar empregos bons ou até empregos, mas não vão voltar para onde eles vieram. Dia ápos dia eles saem de casa em procura do bico ou mais alguma coisa que vai ajudá-las a sobreviver. As pessoas que têm o mais esperança são aquelas que têm filhos e esposas, especialmente bem-nascidos. A vida parece ser um pouco melhor ou pelo menos suportável. A nova vida traz um pouco de esforço o vontade de viver para as pessoas. O sentimento é de viver pela nova vida, não somente por eles mesmos.

Eu vejo isso com um do meus grandes amigos. Ele se estuda na BYU em quanto ele tem três filhos em casa, uma que tem agora 4 meses de vida. Quando eu vejo ele com os filhos dele ele manifesta uma felicidade inerta e uma motivação de cuidá-los. Apesar do fato que a vida dele é muito ocupada ele aguenta os desafios da vida bem.

A vida nova não é um castigo, mas é uma benção para os seres humanos.

Thursday, October 20, 2011

Semana 8: Menino do Engenho

"Mas o engenho tinha tudo para mim," (José Lins do Rego, Menino do Engenho, cap. 25)

Este livro é um conto sobre um menino que cresceu num engenho pelo fato que ele ficou sem pais quando tinha quatro anos de idade. O avô dele era o coronel e comandava todas as afazeres incluindo a cultiva de acuçar. O conto foi depois o termino de escravidão mas ainda os trabalhadores no engenho eram os negros. Este menino, Carlinho, aprendeu da vida com os preconceitos tanto quanto as dificuldades que tinha na área do nordeste ao lado do rio Paraíba durante aquele tempo.

Carlinho é o narrador que conta sobre o passado dele usando uma linguagem simples que ele usaria durante a meninice dele que faz com que eu fique mais interessado no conto. Ele tinha algumas experiências terríveis na vida, vendo a mãe dele morta, a falecimento da prima dele, e o fim da vida por um negro sofrendo. Ele ganhou um conhecimento do mundo de todos os níveis e com pouca idade. Eu não lembro tendo experiências na minha vida como ele tinha que são experiências que podem mudar uma vida de um menino para o ruim o pelo meno ter uma influência negativa na vida dele. Com estes pensamentos, da a vontade muito grande de continuar a ler para ver como ele aguentava tudo que aconteceu com ele. A ideia de heroi vem a mente.

Thursday, October 13, 2011

Semana 7: A Bruxa

Companheiros, escutai-me!
Essa presença agitada
querendo romper a noite
não é simplesmente a bruxa.
É antes a confidência
exalando-se de um homem.
(Carlos Drummond de Andrade, A Bruxa, última estrofe)

Esta poesia fala sobre um acontecimento em que eu acho que todas pessoas já enfrentaram. Isto pe que uma luz está ligada numa sala à noite e há uma mariposa (moth) ou algo aparecida voando ao redor da luz fazendo um burulhinho. Para mim, é algo muito agitável e muitas vezes vou tentar matar o bicho. Carlos enfrentou esta situação e com esta poema com o título A Bruxa descreveu muito bem a reação dele.

o bichinho fez com que Carlos descrevesse o solidão dele. Ele não estava conseguindo ser íntima com pessoas. O poema fala que os habitantes do Rio são mais de dois milhão, mas ainda assim ele se sente solitária. Então, a mariposa têm algumas poderes com uma bruxa. Com o pouco rompimento que está dando, isso é suficiente para dar para Carlos confidência suficiente de deixar de ficar solitária e sozinho, mas assim sair e pegar a companhia que ele está procurando e precisando na vida.

Ao pensar sobre isso, um pouco rompimento ou seja algo que incomoda qualquer pessoa, na verdade, é uma benção porque faça com que a vida fica cheio de energia e variadade. A vida tem mais sentido.

Thursday, October 6, 2011

Semana 6: O Manifesto Antropófago

"Perguntei a um homem o que era o Direito. Ele me respondeu que era a garantia do exercício da possibilidade. Esse homem chamava-se Galli Mathias. Comia." (Oswald de Andrade, O Manifesto Antropófago)

O Manifesto Antropófago foi escrito durante a época da Semana da Arte Moderna que foi um movimento de deixar as antigas ideias, tradições, e cultura para receber com braços abertos uma nova identidade com novas ideias, tradições e cultura. A Semana de Arte Moderna foi o início em começar o próprio Brasil sem ser pegado com uma outra nação. O Brasil queria ser completamente livre das influências do passado, começar de novo.

A citação mostra que a velha maneira de pensar e agir não era compatível com progresso. Ainda mais era sossegado com as coisas da vida, nem pensava que a vida podia ser diferente. Esta mentalidade (homem) tinha que ser destruido, ou seja comido. O próprio título significa isso-um banquete do velho Brasileiro e o começo do novo Brasileiro que é completamente diferente.

Eu acho que o manifesto a até a Semana da Arte Moderna era algo preciso. É como limpando a casa. É algo que precisa ser feito para que o lar possa ser mais comfortável, com mais recursos. Isso inicia mais aprendizado e mais progresso. Realmente a vida é real e satisfatório.

Wednesday, October 5, 2011

Semana 5: Minha Voz

Eu assisti o filme "My Voice" a semana passada no cinema internacional. É sobre uma moça que mora em Cabo Verde. A crendice da mãe dela é se qualquer mulher cantar aquela pessoa morreria. Na verdade, pareceu que existem muitas crendices sobre a morte no Cabo Verde. A moça não cantou nem uma vez por causa o medo de morrer. Com tempo, a moça foi para Paris, em França para estudar. Ela encontrou com um rapaz e se apaixonou por ele. Ele foi um músico e ele encorajou que ela cantasse. Finalmente, ela concedeu e a voz dela foi tão bela que ela recordou um álbum. Depois ela se lembrou da crendice que a mãe dela teve. Ela pensou num plano de fingir que ela tinha morrido e depois voltou para a vida. Ela voltou para Cabo Verde e enganou a mãe dela.

Para mim, primeiramente o filme foi uma brincadeira. Todo mundo estava sempre cantando e dançando. A vida parecia bem leve com piadas em um canto ou outra. Às vezes, parecia ser um pouco estúpido e até foi um pouco. O filme foi a metade em Português crioulo e a metade em Francês Pensei antes do filme que podia entender bem o crioulo mas eu fiquei surpreso que foi bem mais difícil entender do que pensei. Contudo, as senas foram ridículas que apesar do fato que não entendi todos as palavras eu fiquei sorrindo durante o filme todo.