Sunday, December 4, 2011

Semana 14: XRM-2600

"Felipe ficou com pena do pobre-diabo. A mulher, a tal de Irina, devia ser uma safada. Estava fazendo o pobre homen de bobo. Estava fazendo o homem de cobaia e ia ganhar dinheiro às custas dele. Isso só confirmava sua teoria de que lugar de mulher é dentro de casa, lavando, passando, cozinhando e tomando conta dos filhos. A mulher que trabalha fora é sujeita a todo tipo de aberração. O marido, coitado, acaba pagando a pato. mas, daquele jeito, Felipe nunca tinha visto. Que mulher ruim! Felipe sentinu que poderia magoar o coitado do velho, mas tinha que dizer a verdade. Ainda que perdesse a amizade. Era por uma causa justa. Os homens devian ser solidários!"
(José Paulo De Araújo, XRM-2600, p.103)

Este conto falou sobre um estangeiro da Europa, Vladomir, que comecou a trabalhar por uma empresa. O chefe dele, Felipe, ficou com medo que o Vladomir iria tomar o próprio lugar dele no trabalho, mas depois, ficou com pena e também tentou ficar longe de Vladomir porque Vladomir chegou cada dia para o trabalho com cabelo diferente ou unhas pintadas ou mais algo com a estética. O comportamento de Felipe ficou tão exquisito que Vladomir tomou as responsabilidades de Felipe. No final, Vladomir foi muito eficiente e ajudou tantas outras pessoas e departamentos que o chefe reparou e demitiu Felipe.

Este conto mostra a cultura e a mentalidade de muitos no Brasil. Os homens mandam em tudo em quanto as mulheres mantenham a casa em ordem. Apesar disso, muitos homens ficam relaxados com a vida. O conto descreve Felipe como alguém que trabalhou na mesma carga por 12 anos sem fazendo algo de aperfeiçoar a eficacia dele. Não esteve progredindo, mas ficou parado. Para mim, o conto está criticando a cultura que prevalece em muitas lugares no Brasil. O país tem muito potencial em progredir e melhorar a situação, mas muitas têm as ideías de não melhorar ou tentar de aperfeiçoar, ser educada. O Vladomir foi a faculdade e ele pegou opportunidades e aprender e aperfeiçoar. Ele tinha a atitude de progredir. Ainda mais, ele e a mulher dele, ambos cuidavam a casa. Felipe criticava isso, mas no final de contas foi Felipe que foi desmitido e foi Vladomir que foi promovido. Para mim, o conto mostrou que trabalho ardente e o tento de aperfeiçoar e melhorar, aprender vai abençoar as pessoas. Se todo mundo tinha esta idéia no Brasil, eu acho que seria um lugar tão diferente do que hoje.

Monday, November 28, 2011

Semana 13: Eles Eram Muitos Cavalos

"Então o velho contínuo percebeu o desperdício de água, enxaguou as mãos, fechou constrangido a torneira, enxugou-as com a toalha de papel, saiu do banheiro, olhos chãos, o rio morto, os carros indifferentes, os prédios futuristas, a cortina escura do horizonte, a velha, coitada"
(Luiz Ruffato, Eles Eram Muitos Cavalos, Cena #30, p. 64)

Ruiz Ruffato escreveu este livro sobre a cidade de São Paulo dando uma descrição que é algo muito difícil sendo que a cidade é composta de milhares de pessoas, prédios, carros, ônibus, animais, etc. Não é possível pegar uma perspectiva omnisciente e real somente vendo os acontecimentos, afazeres, relacionamentos, pensamentos de poucas pessoas. Então, Luiz emprega 68 cenas que descreve, por exemplo, uma pessoa ou grupo de pessoas, uma lugar, algumas animais, uma santa, uma carta ou alguns recados de uma maquina de atendimento de dar perspectivas diferentes em como é a realidade de viver em São Paulo, ou o que composta esta cidade. Algumas críticas descrevam o livro como um caleidoscópio e um mosaico, dependendo da maneira de ver é possível de ver algo differente, mas então tudo forma uma pintura por completa.

Na cena #30 um velho está lavando as mãos dele e fala, mas ninguém escuta e se escuta nem responde. Apesar de estar num lugar público ele está realmente sozinho. Isso mostra a solidão da cidade. A uma cidade de milhares de pessoas, mas ninguém conhece o vizinho. Todos são mais preocupados com as vidas próprias. A frase que diz, cada pessoa por se própria. Como é dito, "a cortina escura do horizonte", ninguém vê uma outra pessoa porque é cega, não fisicamente, mas de amizade e de união com os outros. Ainda mais, não há esforço em mudar dessa solidão. Ironicamente, apesar do fato que é possível a ver pessoas ao seu redor, não há pessoas perto da coração.

Tuesday, November 15, 2011

Semana 12: A Hora da Estrela

"Assim como ninguém lhe ensinaria um dia a morrer: na certa morreria um dia como se antes tivesse estudado de cor a representação do papel de estrela. Pois na hora da morte a pessoa se torna brilhante estrela de cinema, é o instante de glória de cada um e é quando como no canto coral se ouvem agudos sibilantes."
(Clarice Lispector, A Hora da Estrela, p. 29)

No livro, Macabéa é uma moça do Nordeste; ela é um joão-ninguém. Não faz nenhuma coisa boa, nem é nenhuma coisa boa. Ela é rejeitada por quase todas as pessoas e parece que ela nem reconhece a solidão. Ela só viva fazendo poucas coisas com a vida dela até que no final do livro ela morre sendo atrapalhado por um carro. Esta é a hora da estrela dela.

O título do livro A Hora da Estrela é uma prefiguração da vida nordestina. Ainda mais, muitas dicas no livro predize que uma morte vai acontecer. Então, o que é a hora da estrela. Uma estrela brilha, não com muita luz mas o suficiente para relembrar as pessoas de sua existência. Também, algumas pessoas se usam as estrelas para contar o significado de uma vida de alguém. Com isso, o autor está apresentando a vida da nordestina para poder availar o significado ou importância daquela pessoa em vida.

Sempre quando uma pessoa morre, os demais pessoas que a conheciam ficam availando a vida daquela pessoa e até as próprias vida por significado ou propósito. Aquela pessoa foi boa, fez algo com a vida? Eu estou fazendo algo bom com minha vida ou eu estou gastando o tempo? Também, vem os pensamentos à mente sobre como a vida é tão frágil e que deve cuidar da própria vida ou não vai ter tempo suficiente de colocar as coisas mais importantes como a família em ordem.

Friday, November 11, 2011

Semana 11: A Imitação da Rosa

"Agora, nada mais disso. Nunca mais. Oh, fora apenas uma fraqueza; o gênio era a pior tentação."
(Clarice Lispector, A Imitação da Rosa, p. 52)

Este conto fala sobre uma mulher Laura que é sentada numa sofá pensando ou ainda mais se estressando. Ela sofreu uma crise psicológico até que foi internado no hospital por causa disso. O médico disse para ela não preocupar com a vida, mas deixar que a vida natural passa. Apesar isso, ela continua tendo um conflito com si mesma.

A sociedade exige que as mulheres agem numa forma sem muito variação. Laura sabe que 'deve' seguir este forma, mas a personalidade dela quer seguir outro caminho. Laura está tentando se esconder para que encaixe com as normas da sociedade. Apesar disso, está sendo a pior luta para ela e ela descreve isso muito bem, "a pior tentação." No fim, ela perde a batalha contra si. Ela não consegue ser alguém diferente do que ela realmente é.

Eu acho que quase todas as sociedades exige uma forma de viver e agir das cidadãos delas. Isso faz uma perda de identidade de individuais e apesar do fato que no inicio parece que tem ordem e progresso na sociedade, com tempo surge problemas. Eu penso em utopias, onde todo mundo age na mesma forma. Em todos dessas, acaba com uma revolução. Pessoas não conseguem ser algo diferente do que realmente são, e não devem ser diferentes também. A ordem e progresso de uma sociedade é na verdade por causa dos gênios diferentes das pessoas.

Com nossa própria sociedade, surge padrões que não são regras que devem seguir para nos proteger, mas são tradições. Estas tradições são interpretados como mandamentos a que impede as ideias e desenvolvimento da pessoas. É preciso ter cuidado que as tradições não se tornam regras e que as pessoas aceitam cada outra por quem eles são, não o que podem ser.

Thursday, November 3, 2011

Semana 10: Sorôco, sua mãe, sua filha

"A gente estava levando agora o Sorôco para a casa dele, de verdade. A gente, com ele, ia até aonde que ia aquela cantiga."
(Guimarães Rosa, Sorôco, sua mãe, sua filha, última frase)

Sorôco é um homen grande e tinha muita paciência. Ele cuidava da mãe e da filha dele, mas chegou a um ponto em que não podia cuidá-las mais. Elas sofriam de doenças que não eram muito entendidos naquela época. Ele tinha um recurso, de mandá-las para um manicômio. Não era uma decisão fácil de fazer e as despedidas eram difíceis. Ele podia e tinha o direito de ficar bem sombrio, mas ele virou a começou a cantar. Ainda maior, a multidão começou a cantar também com ele até que ninguém não estava cantando.

Sorôco precisava muito um apoio dos outros. Ele com certeza era um homen forte como ele demonstrou ao cantar quando os piores acontecimentos da vida por ele acabavam. Ele tinha todo direito ficar num pior tristeza, mas não, uma canção foi a escolha dele e com este atitude não é possível dar apoio e respeito a ele. A maioria das pessoas no mundo não faria o que ele fez e ainda mais não receberiam a reação que ele recebia, uma esperança ao inves de uma pena. Tendo esperança em vida motiva as pessoas a continuarem em frente. A pena faz um obstáculo, uma desculpa para parar e deixar de existir. Eu acho que pelo fato que Socôro cantou recebeu a esperança que precisava. Se ele não cantasse, ninguém daria o esforço suficiente para ele aguentar. Tendo uma atitude de boa esperança e entusiasmo com certeza prega a força preciso superar os desafios na vida.

Friday, October 28, 2011

Semana 9: A Morte e Vida Severina

E não há melhor reposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida; (João Cabral de Melo Neto, Morte e vida severina)

Severino é um retirante que está viajando do interior para o litoral pelo faulto de trabalho e a terra passando por uma seca. Em todas as lugares em que ele passa tudo está morrendo, plantas, árvores, animais e pessoas. Até ele mesmo pensa em suicidio pelo fato que a vida é tão severa. Apesar desse fato, o nascimento de uma criancinha deu esperança para ele a viver.

Esperança é um atributo que muitos brasileiros, em especialmente os do norte, possuem. A vida é tão duro onde eles moram que eles viajam para os centros do país, inclusive o São Paulo e o Rio de Janeiro. Eu encontrei com muitas dessas pessoas em quanto eu estava em São Paulo. Muitas moram nas favelas que eu penso são piores do que onde eles vieram. Muitos não conseguem arrumar empregos bons ou até empregos, mas não vão voltar para onde eles vieram. Dia ápos dia eles saem de casa em procura do bico ou mais alguma coisa que vai ajudá-las a sobreviver. As pessoas que têm o mais esperança são aquelas que têm filhos e esposas, especialmente bem-nascidos. A vida parece ser um pouco melhor ou pelo menos suportável. A nova vida traz um pouco de esforço o vontade de viver para as pessoas. O sentimento é de viver pela nova vida, não somente por eles mesmos.

Eu vejo isso com um do meus grandes amigos. Ele se estuda na BYU em quanto ele tem três filhos em casa, uma que tem agora 4 meses de vida. Quando eu vejo ele com os filhos dele ele manifesta uma felicidade inerta e uma motivação de cuidá-los. Apesar do fato que a vida dele é muito ocupada ele aguenta os desafios da vida bem.

A vida nova não é um castigo, mas é uma benção para os seres humanos.

Thursday, October 20, 2011

Semana 8: Menino do Engenho

"Mas o engenho tinha tudo para mim," (José Lins do Rego, Menino do Engenho, cap. 25)

Este livro é um conto sobre um menino que cresceu num engenho pelo fato que ele ficou sem pais quando tinha quatro anos de idade. O avô dele era o coronel e comandava todas as afazeres incluindo a cultiva de acuçar. O conto foi depois o termino de escravidão mas ainda os trabalhadores no engenho eram os negros. Este menino, Carlinho, aprendeu da vida com os preconceitos tanto quanto as dificuldades que tinha na área do nordeste ao lado do rio Paraíba durante aquele tempo.

Carlinho é o narrador que conta sobre o passado dele usando uma linguagem simples que ele usaria durante a meninice dele que faz com que eu fique mais interessado no conto. Ele tinha algumas experiências terríveis na vida, vendo a mãe dele morta, a falecimento da prima dele, e o fim da vida por um negro sofrendo. Ele ganhou um conhecimento do mundo de todos os níveis e com pouca idade. Eu não lembro tendo experiências na minha vida como ele tinha que são experiências que podem mudar uma vida de um menino para o ruim o pelo meno ter uma influência negativa na vida dele. Com estes pensamentos, da a vontade muito grande de continuar a ler para ver como ele aguentava tudo que aconteceu com ele. A ideia de heroi vem a mente.