(Clarice Lispector, A Imitação da Rosa, p. 52)
Este conto fala sobre uma mulher Laura que é sentada numa sofá pensando ou ainda mais se estressando. Ela sofreu uma crise psicológico até que foi internado no hospital por causa disso. O médico disse para ela não preocupar com a vida, mas deixar que a vida natural passa. Apesar isso, ela continua tendo um conflito com si mesma.
A sociedade exige que as mulheres agem numa forma sem muito variação. Laura sabe que 'deve' seguir este forma, mas a personalidade dela quer seguir outro caminho. Laura está tentando se esconder para que encaixe com as normas da sociedade. Apesar disso, está sendo a pior luta para ela e ela descreve isso muito bem, "a pior tentação." No fim, ela perde a batalha contra si. Ela não consegue ser alguém diferente do que ela realmente é.
Eu acho que quase todas as sociedades exige uma forma de viver e agir das cidadãos delas. Isso faz uma perda de identidade de individuais e apesar do fato que no inicio parece que tem ordem e progresso na sociedade, com tempo surge problemas. Eu penso em utopias, onde todo mundo age na mesma forma. Em todos dessas, acaba com uma revolução. Pessoas não conseguem ser algo diferente do que realmente são, e não devem ser diferentes também. A ordem e progresso de uma sociedade é na verdade por causa dos gênios diferentes das pessoas.
Com nossa própria sociedade, surge padrões que não são regras que devem seguir para nos proteger, mas são tradições. Estas tradições são interpretados como mandamentos a que impede as ideias e desenvolvimento da pessoas. É preciso ter cuidado que as tradições não se tornam regras e que as pessoas aceitam cada outra por quem eles são, não o que podem ser.
No comments:
Post a Comment