Sunday, December 4, 2011

Semana 14: XRM-2600

"Felipe ficou com pena do pobre-diabo. A mulher, a tal de Irina, devia ser uma safada. Estava fazendo o pobre homen de bobo. Estava fazendo o homem de cobaia e ia ganhar dinheiro às custas dele. Isso só confirmava sua teoria de que lugar de mulher é dentro de casa, lavando, passando, cozinhando e tomando conta dos filhos. A mulher que trabalha fora é sujeita a todo tipo de aberração. O marido, coitado, acaba pagando a pato. mas, daquele jeito, Felipe nunca tinha visto. Que mulher ruim! Felipe sentinu que poderia magoar o coitado do velho, mas tinha que dizer a verdade. Ainda que perdesse a amizade. Era por uma causa justa. Os homens devian ser solidários!"
(José Paulo De Araújo, XRM-2600, p.103)

Este conto falou sobre um estangeiro da Europa, Vladomir, que comecou a trabalhar por uma empresa. O chefe dele, Felipe, ficou com medo que o Vladomir iria tomar o próprio lugar dele no trabalho, mas depois, ficou com pena e também tentou ficar longe de Vladomir porque Vladomir chegou cada dia para o trabalho com cabelo diferente ou unhas pintadas ou mais algo com a estética. O comportamento de Felipe ficou tão exquisito que Vladomir tomou as responsabilidades de Felipe. No final, Vladomir foi muito eficiente e ajudou tantas outras pessoas e departamentos que o chefe reparou e demitiu Felipe.

Este conto mostra a cultura e a mentalidade de muitos no Brasil. Os homens mandam em tudo em quanto as mulheres mantenham a casa em ordem. Apesar disso, muitos homens ficam relaxados com a vida. O conto descreve Felipe como alguém que trabalhou na mesma carga por 12 anos sem fazendo algo de aperfeiçoar a eficacia dele. Não esteve progredindo, mas ficou parado. Para mim, o conto está criticando a cultura que prevalece em muitas lugares no Brasil. O país tem muito potencial em progredir e melhorar a situação, mas muitas têm as ideías de não melhorar ou tentar de aperfeiçoar, ser educada. O Vladomir foi a faculdade e ele pegou opportunidades e aprender e aperfeiçoar. Ele tinha a atitude de progredir. Ainda mais, ele e a mulher dele, ambos cuidavam a casa. Felipe criticava isso, mas no final de contas foi Felipe que foi desmitido e foi Vladomir que foi promovido. Para mim, o conto mostrou que trabalho ardente e o tento de aperfeiçoar e melhorar, aprender vai abençoar as pessoas. Se todo mundo tinha esta idéia no Brasil, eu acho que seria um lugar tão diferente do que hoje.

Monday, November 28, 2011

Semana 13: Eles Eram Muitos Cavalos

"Então o velho contínuo percebeu o desperdício de água, enxaguou as mãos, fechou constrangido a torneira, enxugou-as com a toalha de papel, saiu do banheiro, olhos chãos, o rio morto, os carros indifferentes, os prédios futuristas, a cortina escura do horizonte, a velha, coitada"
(Luiz Ruffato, Eles Eram Muitos Cavalos, Cena #30, p. 64)

Ruiz Ruffato escreveu este livro sobre a cidade de São Paulo dando uma descrição que é algo muito difícil sendo que a cidade é composta de milhares de pessoas, prédios, carros, ônibus, animais, etc. Não é possível pegar uma perspectiva omnisciente e real somente vendo os acontecimentos, afazeres, relacionamentos, pensamentos de poucas pessoas. Então, Luiz emprega 68 cenas que descreve, por exemplo, uma pessoa ou grupo de pessoas, uma lugar, algumas animais, uma santa, uma carta ou alguns recados de uma maquina de atendimento de dar perspectivas diferentes em como é a realidade de viver em São Paulo, ou o que composta esta cidade. Algumas críticas descrevam o livro como um caleidoscópio e um mosaico, dependendo da maneira de ver é possível de ver algo differente, mas então tudo forma uma pintura por completa.

Na cena #30 um velho está lavando as mãos dele e fala, mas ninguém escuta e se escuta nem responde. Apesar de estar num lugar público ele está realmente sozinho. Isso mostra a solidão da cidade. A uma cidade de milhares de pessoas, mas ninguém conhece o vizinho. Todos são mais preocupados com as vidas próprias. A frase que diz, cada pessoa por se própria. Como é dito, "a cortina escura do horizonte", ninguém vê uma outra pessoa porque é cega, não fisicamente, mas de amizade e de união com os outros. Ainda mais, não há esforço em mudar dessa solidão. Ironicamente, apesar do fato que é possível a ver pessoas ao seu redor, não há pessoas perto da coração.

Tuesday, November 15, 2011

Semana 12: A Hora da Estrela

"Assim como ninguém lhe ensinaria um dia a morrer: na certa morreria um dia como se antes tivesse estudado de cor a representação do papel de estrela. Pois na hora da morte a pessoa se torna brilhante estrela de cinema, é o instante de glória de cada um e é quando como no canto coral se ouvem agudos sibilantes."
(Clarice Lispector, A Hora da Estrela, p. 29)

No livro, Macabéa é uma moça do Nordeste; ela é um joão-ninguém. Não faz nenhuma coisa boa, nem é nenhuma coisa boa. Ela é rejeitada por quase todas as pessoas e parece que ela nem reconhece a solidão. Ela só viva fazendo poucas coisas com a vida dela até que no final do livro ela morre sendo atrapalhado por um carro. Esta é a hora da estrela dela.

O título do livro A Hora da Estrela é uma prefiguração da vida nordestina. Ainda mais, muitas dicas no livro predize que uma morte vai acontecer. Então, o que é a hora da estrela. Uma estrela brilha, não com muita luz mas o suficiente para relembrar as pessoas de sua existência. Também, algumas pessoas se usam as estrelas para contar o significado de uma vida de alguém. Com isso, o autor está apresentando a vida da nordestina para poder availar o significado ou importância daquela pessoa em vida.

Sempre quando uma pessoa morre, os demais pessoas que a conheciam ficam availando a vida daquela pessoa e até as próprias vida por significado ou propósito. Aquela pessoa foi boa, fez algo com a vida? Eu estou fazendo algo bom com minha vida ou eu estou gastando o tempo? Também, vem os pensamentos à mente sobre como a vida é tão frágil e que deve cuidar da própria vida ou não vai ter tempo suficiente de colocar as coisas mais importantes como a família em ordem.

Friday, November 11, 2011

Semana 11: A Imitação da Rosa

"Agora, nada mais disso. Nunca mais. Oh, fora apenas uma fraqueza; o gênio era a pior tentação."
(Clarice Lispector, A Imitação da Rosa, p. 52)

Este conto fala sobre uma mulher Laura que é sentada numa sofá pensando ou ainda mais se estressando. Ela sofreu uma crise psicológico até que foi internado no hospital por causa disso. O médico disse para ela não preocupar com a vida, mas deixar que a vida natural passa. Apesar isso, ela continua tendo um conflito com si mesma.

A sociedade exige que as mulheres agem numa forma sem muito variação. Laura sabe que 'deve' seguir este forma, mas a personalidade dela quer seguir outro caminho. Laura está tentando se esconder para que encaixe com as normas da sociedade. Apesar disso, está sendo a pior luta para ela e ela descreve isso muito bem, "a pior tentação." No fim, ela perde a batalha contra si. Ela não consegue ser alguém diferente do que ela realmente é.

Eu acho que quase todas as sociedades exige uma forma de viver e agir das cidadãos delas. Isso faz uma perda de identidade de individuais e apesar do fato que no inicio parece que tem ordem e progresso na sociedade, com tempo surge problemas. Eu penso em utopias, onde todo mundo age na mesma forma. Em todos dessas, acaba com uma revolução. Pessoas não conseguem ser algo diferente do que realmente são, e não devem ser diferentes também. A ordem e progresso de uma sociedade é na verdade por causa dos gênios diferentes das pessoas.

Com nossa própria sociedade, surge padrões que não são regras que devem seguir para nos proteger, mas são tradições. Estas tradições são interpretados como mandamentos a que impede as ideias e desenvolvimento da pessoas. É preciso ter cuidado que as tradições não se tornam regras e que as pessoas aceitam cada outra por quem eles são, não o que podem ser.

Thursday, November 3, 2011

Semana 10: Sorôco, sua mãe, sua filha

"A gente estava levando agora o Sorôco para a casa dele, de verdade. A gente, com ele, ia até aonde que ia aquela cantiga."
(Guimarães Rosa, Sorôco, sua mãe, sua filha, última frase)

Sorôco é um homen grande e tinha muita paciência. Ele cuidava da mãe e da filha dele, mas chegou a um ponto em que não podia cuidá-las mais. Elas sofriam de doenças que não eram muito entendidos naquela época. Ele tinha um recurso, de mandá-las para um manicômio. Não era uma decisão fácil de fazer e as despedidas eram difíceis. Ele podia e tinha o direito de ficar bem sombrio, mas ele virou a começou a cantar. Ainda maior, a multidão começou a cantar também com ele até que ninguém não estava cantando.

Sorôco precisava muito um apoio dos outros. Ele com certeza era um homen forte como ele demonstrou ao cantar quando os piores acontecimentos da vida por ele acabavam. Ele tinha todo direito ficar num pior tristeza, mas não, uma canção foi a escolha dele e com este atitude não é possível dar apoio e respeito a ele. A maioria das pessoas no mundo não faria o que ele fez e ainda mais não receberiam a reação que ele recebia, uma esperança ao inves de uma pena. Tendo esperança em vida motiva as pessoas a continuarem em frente. A pena faz um obstáculo, uma desculpa para parar e deixar de existir. Eu acho que pelo fato que Socôro cantou recebeu a esperança que precisava. Se ele não cantasse, ninguém daria o esforço suficiente para ele aguentar. Tendo uma atitude de boa esperança e entusiasmo com certeza prega a força preciso superar os desafios na vida.

Friday, October 28, 2011

Semana 9: A Morte e Vida Severina

E não há melhor reposta
que o espetáculo da vida:
vê-la desfiar seu fio,
que também se chama vida,
ver a fábrica que ela mesma,
teimosamente, se fabrica,
vê-la brotar como há pouco
em nova vida explodida; (João Cabral de Melo Neto, Morte e vida severina)

Severino é um retirante que está viajando do interior para o litoral pelo faulto de trabalho e a terra passando por uma seca. Em todas as lugares em que ele passa tudo está morrendo, plantas, árvores, animais e pessoas. Até ele mesmo pensa em suicidio pelo fato que a vida é tão severa. Apesar desse fato, o nascimento de uma criancinha deu esperança para ele a viver.

Esperança é um atributo que muitos brasileiros, em especialmente os do norte, possuem. A vida é tão duro onde eles moram que eles viajam para os centros do país, inclusive o São Paulo e o Rio de Janeiro. Eu encontrei com muitas dessas pessoas em quanto eu estava em São Paulo. Muitas moram nas favelas que eu penso são piores do que onde eles vieram. Muitos não conseguem arrumar empregos bons ou até empregos, mas não vão voltar para onde eles vieram. Dia ápos dia eles saem de casa em procura do bico ou mais alguma coisa que vai ajudá-las a sobreviver. As pessoas que têm o mais esperança são aquelas que têm filhos e esposas, especialmente bem-nascidos. A vida parece ser um pouco melhor ou pelo menos suportável. A nova vida traz um pouco de esforço o vontade de viver para as pessoas. O sentimento é de viver pela nova vida, não somente por eles mesmos.

Eu vejo isso com um do meus grandes amigos. Ele se estuda na BYU em quanto ele tem três filhos em casa, uma que tem agora 4 meses de vida. Quando eu vejo ele com os filhos dele ele manifesta uma felicidade inerta e uma motivação de cuidá-los. Apesar do fato que a vida dele é muito ocupada ele aguenta os desafios da vida bem.

A vida nova não é um castigo, mas é uma benção para os seres humanos.

Thursday, October 20, 2011

Semana 8: Menino do Engenho

"Mas o engenho tinha tudo para mim," (José Lins do Rego, Menino do Engenho, cap. 25)

Este livro é um conto sobre um menino que cresceu num engenho pelo fato que ele ficou sem pais quando tinha quatro anos de idade. O avô dele era o coronel e comandava todas as afazeres incluindo a cultiva de acuçar. O conto foi depois o termino de escravidão mas ainda os trabalhadores no engenho eram os negros. Este menino, Carlinho, aprendeu da vida com os preconceitos tanto quanto as dificuldades que tinha na área do nordeste ao lado do rio Paraíba durante aquele tempo.

Carlinho é o narrador que conta sobre o passado dele usando uma linguagem simples que ele usaria durante a meninice dele que faz com que eu fique mais interessado no conto. Ele tinha algumas experiências terríveis na vida, vendo a mãe dele morta, a falecimento da prima dele, e o fim da vida por um negro sofrendo. Ele ganhou um conhecimento do mundo de todos os níveis e com pouca idade. Eu não lembro tendo experiências na minha vida como ele tinha que são experiências que podem mudar uma vida de um menino para o ruim o pelo meno ter uma influência negativa na vida dele. Com estes pensamentos, da a vontade muito grande de continuar a ler para ver como ele aguentava tudo que aconteceu com ele. A ideia de heroi vem a mente.

Thursday, October 13, 2011

Semana 7: A Bruxa

Companheiros, escutai-me!
Essa presença agitada
querendo romper a noite
não é simplesmente a bruxa.
É antes a confidência
exalando-se de um homem.
(Carlos Drummond de Andrade, A Bruxa, última estrofe)

Esta poesia fala sobre um acontecimento em que eu acho que todas pessoas já enfrentaram. Isto pe que uma luz está ligada numa sala à noite e há uma mariposa (moth) ou algo aparecida voando ao redor da luz fazendo um burulhinho. Para mim, é algo muito agitável e muitas vezes vou tentar matar o bicho. Carlos enfrentou esta situação e com esta poema com o título A Bruxa descreveu muito bem a reação dele.

o bichinho fez com que Carlos descrevesse o solidão dele. Ele não estava conseguindo ser íntima com pessoas. O poema fala que os habitantes do Rio são mais de dois milhão, mas ainda assim ele se sente solitária. Então, a mariposa têm algumas poderes com uma bruxa. Com o pouco rompimento que está dando, isso é suficiente para dar para Carlos confidência suficiente de deixar de ficar solitária e sozinho, mas assim sair e pegar a companhia que ele está procurando e precisando na vida.

Ao pensar sobre isso, um pouco rompimento ou seja algo que incomoda qualquer pessoa, na verdade, é uma benção porque faça com que a vida fica cheio de energia e variadade. A vida tem mais sentido.

Thursday, October 6, 2011

Semana 6: O Manifesto Antropófago

"Perguntei a um homem o que era o Direito. Ele me respondeu que era a garantia do exercício da possibilidade. Esse homem chamava-se Galli Mathias. Comia." (Oswald de Andrade, O Manifesto Antropófago)

O Manifesto Antropófago foi escrito durante a época da Semana da Arte Moderna que foi um movimento de deixar as antigas ideias, tradições, e cultura para receber com braços abertos uma nova identidade com novas ideias, tradições e cultura. A Semana de Arte Moderna foi o início em começar o próprio Brasil sem ser pegado com uma outra nação. O Brasil queria ser completamente livre das influências do passado, começar de novo.

A citação mostra que a velha maneira de pensar e agir não era compatível com progresso. Ainda mais era sossegado com as coisas da vida, nem pensava que a vida podia ser diferente. Esta mentalidade (homem) tinha que ser destruido, ou seja comido. O próprio título significa isso-um banquete do velho Brasileiro e o começo do novo Brasileiro que é completamente diferente.

Eu acho que o manifesto a até a Semana da Arte Moderna era algo preciso. É como limpando a casa. É algo que precisa ser feito para que o lar possa ser mais comfortável, com mais recursos. Isso inicia mais aprendizado e mais progresso. Realmente a vida é real e satisfatório.

Wednesday, October 5, 2011

Semana 5: Minha Voz

Eu assisti o filme "My Voice" a semana passada no cinema internacional. É sobre uma moça que mora em Cabo Verde. A crendice da mãe dela é se qualquer mulher cantar aquela pessoa morreria. Na verdade, pareceu que existem muitas crendices sobre a morte no Cabo Verde. A moça não cantou nem uma vez por causa o medo de morrer. Com tempo, a moça foi para Paris, em França para estudar. Ela encontrou com um rapaz e se apaixonou por ele. Ele foi um músico e ele encorajou que ela cantasse. Finalmente, ela concedeu e a voz dela foi tão bela que ela recordou um álbum. Depois ela se lembrou da crendice que a mãe dela teve. Ela pensou num plano de fingir que ela tinha morrido e depois voltou para a vida. Ela voltou para Cabo Verde e enganou a mãe dela.

Para mim, primeiramente o filme foi uma brincadeira. Todo mundo estava sempre cantando e dançando. A vida parecia bem leve com piadas em um canto ou outra. Às vezes, parecia ser um pouco estúpido e até foi um pouco. O filme foi a metade em Português crioulo e a metade em Francês Pensei antes do filme que podia entender bem o crioulo mas eu fiquei surpreso que foi bem mais difícil entender do que pensei. Contudo, as senas foram ridículas que apesar do fato que não entendi todos as palavras eu fiquei sorrindo durante o filme todo.

Wednesday, September 28, 2011

Semana 5: Dom Casmurro

“Você já reparou que Ezequiel tem nos olhos uma expressão esquisita –perguntou-me Capitu. -Só vi duas pessoas assim, um amigo de papai e o defunto Escobar.” (Machado de Assis, Dom Casmurro, cap. CXXXI)

Eu acabei de ler do livro Dom Casmurro e ao começar a ler eu não entendi porque é dito que Machado de Assis é o Shakespeare do Brasil ou o melhor autor Brasileiro. Quando eu acabei de ler este livro eu comecei a entender mais o porque. A literatura é muita desenvolvida com metáforas e ironia. O autor fez isso não porque queria dar um bom conto, mas porque tinha um propósito. Machado de Assis trouxe para a luz coisas culturas numa forma passiva que são críticas sobre a sociedade. O livro fez-me meditar sobre o propósito e até ficar na dúvida com os acontecimentos da histórica. Parecia que tinha mais do que um moral da história dependendo da maneira em que entendeu a leitura.

A citação em acima é uma dita a esposa de Dom Casmurro sobre o filho deles. Dom Casmurro pensou e talvez até criou um mundo virtual que Capitu tinha um comborço em Escobar. O pai do menino não era Bentinho mas Escobar. É irônico que Capitu falaria algo assim se ela fosse culpado da acusação. Então a questão é Capitu realmente fosse fiel ao Bentinho e ele fosse cego por causa do ciúme dele ou Capitu realmente fosse culpado e Bentinho foi um heroí em puder superar todos os acontecimentos ruíns. Nos dois opções faz uma crítica sobre a classe alta da sociedade Brasileira durante aquela época. Ainda mais, é uma advertência para a sociedade hoje em dia.

Contudo, Machado de Assis é brilhante, sábio, esperto. O conto é cativante com muita ironia e isso faz com que o leitor fica muito pensadora. Vale a pena ler um dos livros de Machado de Assis!

Thursday, September 22, 2011

Semana 4: Pai contra Mãe

"--Nem todas as crianças vingam, bateu-lhe o coração" (Machado do Assis, Pai Contra Mãe)

Machado de Assis é um mestre de ironia. O conto que ele escreveu é uma crítica sobre a escravidão. Um pai estava lutando para poder ficar com o filhinho dele. Uma mãe estava lutando para poder guardar a filhinha não nascida dela. Qual era a diferença entre eles, somente o cor e isso fez a diferença entre a vida e a morte. A escrava estava sacrificada para que o pai poderia sustentar a familia dele. Escravidão era exatamente isso, a maneira de progredir a raça de um em gastando uma outra raça. Não importa da imploração, a realidade é feia. Então, se não tiver problema com sacrificando os escravos, porque os donos tinham medo? Nisso tem ironia.

Thursday, September 15, 2011

Semana 3: Iracema

"Muitos guerreiros da sua raça acompanharam o chefe branco, para fundar com ele a mairi dos cristãos. Veio também um sacerdote de sua religião, de negras vestes, para plantar a cruz na terra selvagem," (Iracema, José de Alencar, cap. 33, pp. 117-118)

O livro Iracema é mais do que um romance semelhante a historia de Pocahontas e John Smith onde uma indígena se apaixona por um colonizador e sai da terra natal dela para fazer uma nova vida. José de Alencar conta uma historia que é baseado em eventos reais para trazer a luz o entendimento que a cultura e nações das indígenas foram perdidas com a colonização do novo mundo.

Quando os colonizadores conheceram as indígenas, os dois grupos tiveram um curiosidade pela cultura do outro. Apesar disso, os colonizadores não tiveram interesse em experimentando com a cultura, mudando dos próprios rituais e rotinas. Tiveram uma religião e uma forma de viver. Eu acho que a catolicismo durante aquela época dirigia as vidas das pessoas ou pelo menos deu razões em porque as pessoas fizeram as coisas que fizeram. Portanto, pode dizer que os colonizadores não mudaram a forma de viver e até não respeitaram a forma da viver das indígenas. Eles queriam que as indígenas aceitassem a pregação dA Palavra e se convertessem. Eu não sei porque algumas deixaram tudo atrás para seguir a nova cultura e religião, mas o resultado foi que teve uma perda da indígena e a expansão da cultura europeia. É interessante como as indígenas foram tolerantes e os europeus não foram tolerantes, então o que pode ser dito sobre a tolerância.

Monday, September 12, 2011

Semana 2: The Middle of the World

Na semana passada, eu fui ao cinema internacional e assisti o filme The Middle of the World em inglês. O filme foi em português mas eu não lembro agora o que era. O filme falou sobre uma família que saiu da Paraíba andando de bicicleta indo até Rio de Janeiro. O jornada foi mais do que 2.000 milhas! Mas, mais do que isso, o Romão levou a família toda com ele que incluiu a mulher e os cinco filhos dele! Como que pode! O Romão disse que precisava um emprego em que poderia conseguer 1000 reais por mês e ele não parou até que conseguiu. Eu não posso imaginar tudo que passaram na jornada. Eu acho que levou 6 meses por eles a chegaram até o Rio.

O filme para mim não descreve o Brasileiro porque é bem difícil de conseguir uma vida melhor do que tem e muitos não acham que é possível. Eu gostaria saber como o filme foi recebido quando saiu pela primeira vez. Será que pessoas tinham esta esperança que ao se-esforçar ou correr atrás os sonhos que eles iria alcançar os metas. Hoje em dia esta ideia parece ainda jovem mas eu acho que está começando a mudar para o melhor. Eu espero.

Semana 1: Utah Brazilian Festival

Algumas semanas atrás, eu fui para o festival Utah Brazilian Festival no Gateway Mall em Salt Lake City. O festival foi algo bem tranquilo como uma festa brasileira deve ser. Havia uma demonstração de capoeira e danças do carnival. Poderia experimentar com açaí feita por Monavie ou beber um fresco Guaraná Antaractica. Até o bando Show Brasil apareceu e deu um show. Todo mundo estava vestido de uma forma ou outra em cores da bandeira do Brasil. Eu não vi ninguém que não estava gostando a celebração.

A oportunidade de falar com brasileiros reais deu um sentimento bom para mim. Eu senti que eu estava voltado para o Brasil, da terra de tranquilidade e de gente boa. Eu ficou com muitas saudades e lembranças da missão. Valeu a pena de frequentar e sentir o animo que vem da cultura do Brasil.

Thursday, September 8, 2011

Semana 2: Canção do Exílio

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que eu desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu´inda aviste as palmeiras
Onde canta o Sabiá.
(Gonçalves Dias, Canção do Exilio, última estrofe)

Eu sinto que um dia eu vou me acordar e descobrir que a vida passou tão rapido que eu nem desfrutei as coisas boas na vida, os relacionamentos boms com as pessoas, os lugares especiais, as experiências em que eu posso sorrir e rir e ser feliz com a vida. Eu confesso que há tantas tarefas de cuidar e terminar e tem tantas lugares a chegar com o menos tempo possível que eu nem tenho tempo de desfrutar a viagem.
Portanto, este estrofe fala sobre voltando para o Brasil onde existem as coisas mais gostosas na vida. Realmente a Canção do Exílio é um grande exemplo de ufanismo ou seja um elegio exagerado do Brasil. Os primores são as coisas mais desejaves na vida. Gonçalvo Dias dou um grande descrição da vida boa, onde canta o Sabiá.
Então, eu acho que todo mundo gostaria de voltar para o Brasil e eu o mais que todos. Muitos vão e muitos não vão puder voltar, mas enquanto estão fora vivendo as vidas, será que o Brasil poderia chegar a nós. O Brasil em que eu estou falando é a beleza das coisas pequenas. Existem coisas bonitas ao nosso redor e somente basta que nós reparamos para que possamos escrever nossas próprias Canções do Exílios elogiando a natureza a coisas boas na vida.

Thursday, September 1, 2011

Semana 1: Entre Dois Mundos

"Apesar de seus esforços, AC percebia que estava condenado à prisão de sua própria personalidade, de sua própria língua, de sua própria circunstância," (Entre Dois Mundos, Francisco Maciel, p.24).

Esta é uma passagem que explique a realidade do Brasileiro. Aloísio Cesário ou AC é inteligente, mas não seja como os ricos. Ao mesmo tempo, AC não é rico, mas não seja como os pobres. Ele não era dos dois mundos pode disser. Apesar disso, AC não podia fugir e começar um novo mundo por pessoas como ele, um mundo da classe média onde pessoas têm conhecimento e aprendizado enquanto não tenham tanto dinheiro e uma muito alta classe de vivência. Esta metáfora explique a realidade do Brasil hoje. Há duas classes da sociedade, rico e pobre, mas não existe uma classe média, pelo menos é muito difícil. Entrando nas faculdades, somente os ricos e as pessoas muitas inteligentes podem entrar, mas as muitas inteligentes muitas vezes são os ricos porque eles pagam por escolas particulares onde pode ganhar uma boa educação. Os pobres não tem a educação e com o resultado vivam numa forma em que nunca vão poder sair a situação em que estão. Os ricos ficam rico e os pobres ficam pobre. As pessoas que tentam de sair estas duas classes não conseguem como os sapos numa balde. Quando um consegue chegar perto do topo os outros empurram nele até ele cai dentro da balde de novo.